O que você vai encontrar aqui

  • O que é Consórcio (conceito, histórico e base legal)
  • Como funciona esse sistema de compra programada na prática
  • Tipos de modalidades disponíveis no mercado
  • Principais vantagens desse modelo de aquisição coletiva
  • Desvantagens e riscos desse formato de investimento
  • Consórcio x Financiamento: comparação estratégica
  • Estratégias avançadas para maximizar resultados
  • Perfis que mais se beneficiam desse modelo de crédito
  • Conclusão: vale a pena investir nesse sistema?
  • Perguntas frequentes sobre consórcios

O que é Consórcio

O consórcio é uma modalidade de investimento coletivo criada para facilitar o acesso a bens de alto valor sem a necessidade de pagar juros abusivos, comuns em financiamentos. Regulamentado pelo Banco Central do Brasil (BACEN), o consórcio é hoje uma das principais formas de planejamento financeiro no país, contando com supervisão rígida e legislação específica.

Consórcio
Imagem ilustrativa

Definição segundo o Banco Central (BACEN)

Segundo o Banco Central do Brasil, O sistema de compra compartilhada é a união de pessoas físicas ou jurídicas, em grupo, com o objetivo de formar uma poupança comum para aquisição de bens ou serviços. Cada participante contribui mensalmente com uma parcela, e periodicamente um ou mais consorciados são contemplados com a carta de crédito, que pode ser usada para comprar imóveis, veículos, equipamentos ou até serviços.
Essa definição oficial reforça a segurança e credibilidade da modalidade, já que todo o sistema é fiscalizado pelo BACEN.

Breve histórico do consórcio no Brasil (ABAC – Associação Brasileira de Administradoras de Consórcios)

O sistema de grupo surgiu no Brasil na década de 1960, inicialmente voltado para a compra de veículos. Com o tempo, expandiu-se para imóveis, serviços e bens duráveis, tornando-se uma das ferramentas mais acessíveis de planejamento financeiro.
De acordo com a ABAC (Associação Brasileira de Administradoras de Consórcios), atualmente existem mais de 9 milhões de participantes ativos no país, movimentando bilhões de reais anualmente. Esse crescimento mostra a relevância e a confiança da população nesse modelo.

Base legal do consórcio (Lei 11.795/2008 e circulares do BACEN)

O funcionamento do consórcio é regido pela Lei 11.795/2008, também conhecida como “Lei dos Consórcios”. Essa legislação estabelece regras claras sobre direitos e deveres de administradoras e consorciados.
Além disso, o Banco Central publica circulares que detalham pontos técnicos, como formação de grupos, taxas de administração e regras para contemplação. Essa estrutura jurídica garante transparência, proteção e credibilidade ao sistema, oferecendo ao consumidor a tranquilidade de investir em uma modalidade sólida e fiscalizada.

➡️ Leia nosso artigo detalhado: Depois de contemplado no consórcio o que fazer

Como funciona o autofinanciamento coletivo na prática

A poupança coletiva funciona como uma poupança coletiva organizada, onde os participantes contribuem mensalmente para a formação de um fundo comum. Esse fundo é administrado por uma empresa autorizada pelo Banco Central, que garante a legalidade e a transparência do processo. A cada assembleia, um ou mais consorciados são contemplados com a carta de crédito, que permite a compra imediata do bem ou serviço desejado.

Formação de grupos de consórcio (BACEN / ABAC)

Os grupos de consórcio são criados pelas administradoras credenciadas junto ao BACEN. Cada grupo reúne um número de participantes proporcional ao valor da carta de crédito e ao prazo do plano.
Segundo dados da ABAC, a maioria dos grupos é formada para prazos entre 60 e 180 meses, oferecendo alternativas de parcelas mais acessíveis ou mais rápidas, dependendo do perfil do cliente.
Esse formato coletivo permite diluição de custos e viabiliza o acesso a bens de alto valor sem juros, apenas com a taxa de administração.

Contemplação por sorteio ou lance (exemplos de administradoras: Caixa, Bradesco, Itaú, Santander, Sicredi, Porto Seguro Consórcios, Rodobens)

A contemplação ocorre de duas formas:

  • Sorteio: todos os participantes têm a mesma chance de receber a carta de crédito em cada assembleia.
  • Lance: o consorciado pode antecipar parcelas (lance livre ou lance embutido) e aumentar suas chances de contemplação.

Administradoras como Caixa, Bradesco, Itaú, Santander, Sicredi, Porto Seguro Consórcio e Rodobens oferecem diferentes modalidades de lance, adaptando-se ao perfil de cada cliente. A maleabilidade dessa modalidade é um dos seus principais atrativos, possibilitando que quem possui mais recursos utilize lances para ser contemplado antes.

Taxa de administração e fundo de reserva (dados oficiais do Banco Central e relatórios da ABAC)

Ao contrário do financiamento, não existem juros, apenas a taxa de administração, que remunera a empresa responsável pela gestão do grupo.
De acordo com relatórios da ABAC e do Banco Central, a taxa média varia entre 10% e 20% do valor da carta de crédito, diluída ao longo do contrato.
Além disso, existe o fundo de reserva, geralmente entre 0,25% e 0,5% do valor das parcelas, utilizado para cobrir eventuais inadimplências ou custos extraordinários. Esse mecanismo garante a segurança financeira e a continuidade do grupo, mesmo diante de imprevistos.

Tipos de Consórcio Disponíveis

Como ferramenta financeira, é extremamente versátil, atendendo necessidades de consumo imediato e planejamento de longo prazo. Regulamentado pelo Banco Central e monitorado pela ABAC, ele pode ser aplicado para aquisição de imóveis, veículos ou até mesmo serviços. Cada tipo de consórcio tem suas próprias características e benefícios, adaptando-se ao perfil e ao planejamento de cada participante.

Consórcio Imobiliário (Caixa, Bradesco, Santander, Itaú, Sicredi)

O sistema de crédito imobiliário via grupo é indicado para quem busca adquirir, construir ou reformar imóveis de forma planejada e sem juros.

  • Pode ser usado para casas, apartamentos, terrenos e reformas.
  • Administradoras como Caixa, Bradesco, Itaú, Santander e Sicredi lideram esse segmento.
  • Uma vantagem é a possibilidade de usar o FGTS como lance ou para amortizar parcelas.

Exemplo prático: um consorciado contemplado com uma carta de R$ 300 mil pode usá-la para comprar seu imóvel à vista, garantindo maior poder de negociação com o vendedor.

Consórcio de Veículos (Volkswagen Consórcio, Chevrolet, Fiat Consórcio, bancos privados)

Esse modelo é voltado para a compra de carros, motos, caminhões e até veículos pesados.

  • Administradoras como Volkswagen Consórcio, Chevrolet, Fiat Consórcio e bancos privados oferecem planos com parcelas acessíveis.
  • É muito utilizado por famílias que desejam trocar de carro e por empresas que precisam renovar a frota.
  • Um diferencial é a flexibilidade de usar a carta de crédito para veículos novos ou seminovos.

Segundo a ABAC, o consórcio de veículos representa mais de 50% das adesões no Brasil, mostrando sua relevância no mercado.

Consórcios de Serviços (educação, saúde, viagens – exemplos: Porto Seguro Consórcio, Rodobens)

Menos comentada, mas repleta de benefícios, a alternativa de crédito compartilhado possibilita investir em diferentes planos, como:

  • Educação: cursos de graduação, pós-graduação ou intercâmbio.
  • Saúde: cirurgias plásticas ou tratamentos odontológicos.
  • Viagens: roteiros nacionais e internacionais.

Empresas como Porto Seguro e Rodobens oferecem planos flexíveis, permitindo que o cliente use a carta de crédito em serviços que façam sentido para sua vida.

Por que escolher essa modalidade de crédito coletivo.

O consórcio vem crescendo no Brasil porque oferece benefícios únicos em comparação com outras formas de aquisição. Regulamentado pelo Banco Central e apoiado pela ABAC, ele garante segurança, previsibilidade e planejamento para pessoas físicas e jurídicas. Vamos explorar as principais vantagens dessa modalidade.

Ausência de juros (diferencial regulamentado pelo BACEN e defendido pela ABAC)

Ao contrário dos financiamentos, a compra planejada funciona sem juros compostos.

  • O custo total se limita à taxa de administração e ao fundo de reserva.
  • Essa característica é o que torna o consórcio mais acessível e econômico no longo prazo.
  • Segundo relatórios da ABAC, essa é a principal razão para milhões de brasileiros escolherem essa modalidade.

Exemplo prático: enquanto em um financiamento de R$ 300 mil o custo final pode ultrapassar R$ 600 mil, no consórcio o valor raramente ultrapassa 25% do bem contratado.

Planejamento financeiro e disciplina (cases da Caixa e Sicredi)

Entrar em um sistema de aquisição planejada é uma forma prática de criar disciplina financeira.

  • Parcelas mensais fixas ajudam no controle do orçamento.
  • É uma forma de “poupança forçada”, garantindo que o dinheiro será usado para um objetivo concreto.
  • Caixa e Sicredi têm milhares de consorciados que relatam como o modelo os ajudou a adquirir imóveis e veículos com organização e sem endividamento excessivo.

Essa disciplina também fortalece a educação financeira, posicionando a poupança compartilhada como uma ferramenta estratégica para quem deseja construir patrimônio com consistência.

Possibilidade de diversificação patrimonial (investidores de alto patrimônio – exemplo de uso estratégico)

Para investidores de renda mais alta, o consórcio também pode ser uma estratégia de diversificação.

  • Usado para aquisição de imóveis de alto padrão, veículos de luxo ou expansão de patrimônio.
  • Permite investir em ativos reais sem comprometer todo o capital de uma só vez.
  • Segundo a ABAC, empresários utilizam consórcios para blindagem patrimonial e planejamento de longo prazo.

Essa flexibilidade torna o consórcio uma ferramenta não apenas para consumo, mas também para alavancagem patrimonial e proteção contra juros abusivos.

Desvantagens e Riscos do Consórcio

Apesar de suas vantagens, o consórcio também possui pontos de atenção que precisam ser considerados antes da adesão. Entender esses riscos ajuda você a planejar melhor e evitar frustrações no futuro.

Tempo de espera para contemplação (dados de relatórios da ABAC)

Um dos principais desafios do consórcio é a incerteza quanto ao momento da contemplação.

  • A carta de crédito pode sair logo no início, mas também pode demorar anos.
  • Segundo dados da ABAC, a média de contemplação sem lances costuma variar bastante conforme o grupo e a administradora.
  • Para quem tem pressa em adquirir um bem, esse pode ser um fator limitante.

Exemplo prático: uma família que entra em um consórcio de imóvel pode ser contemplada no 12º mês, mas outra, no mesmo grupo, pode ter que esperar até o final do contrato.

Correção monetária pelo INCC (Índice Nacional da Construção Civil – FGV)

Nos consórcios imobiliários, a carta de crédito sofre atualização pelo INCC, calculado pela FGV.

  • Isso garante que o poder de compra seja mantido.
  • Porém, em períodos de alta do índice, o valor das parcelas pode subir, pressionando o orçamento.
  • É importante entender que essa correção é um mecanismo de proteção, mas pode ser vista como desvantagem para quem esperava parcelas totalmente fixas.

Possível inadimplência no grupo (relatórios de supervisão do BACEN)

O consórcio depende da solidariedade financeira entre os participantes.

  • A inadimplência de alguns pode prejudicar a saúde do grupo.
  • O Banco Central, em seus relatórios de supervisão, reforça que as administradoras devem manter fundos de reserva para cobrir esse risco.
  • Ainda assim, em cenários de crise econômica, pode haver atrasos ou impacto na contemplação.

Por isso, é essencial escolher administradoras sólidas e com histórico confiável, como Caixa, Bradesco, Sicredi ou Porto Seguro Consórcio.

Consórcio x Financiamento: Comparação Estratégica

Uma das maiores dúvidas de quem deseja adquirir um bem é decidir entre consórcio e financiamento. Ambas as opções têm vantagens e desvantagens, e a escolha depende do perfil e da urgência do comprador.

Custos totais (comparação de CET – BACEN)

  • O Custo Efetivo Total (CET) no consórcio costuma variar entre 15% e 25% do valor do bem, considerando taxa de administração e fundo de reserva.
  • Já no financiamento, o CET pode ultrapassar 80% a 120%, devido aos juros compostos cobrados ao longo de décadas.
  • O Banco Central (BACEN) reforça em seus relatórios que essa é a principal vantagem competitiva do consórcio.

Exemplo prático:

  • Imóvel de R$ 300.000 via consórcio → desembolso total médio de R$ 360.000.
  • Imóvel de R$ 300.000 via financiamento (30 anos) → desembolso total acima de R$ 600.000.

Flexibilidade de uso do crédito (dados de administradoras como Bradesco e Santander)

  • No financiamento, o crédito é rigidamente destinado ao bem contratado.
  • No consórcio, a carta de crédito é mais flexível: pode ser usada para comprar imóveis, terrenos, reformar, quitar financiamento ou até investir em serviços, dependendo da modalidade.
  • Administradoras como Bradesco Consórcios e Santander Consórcios destacam essa liberdade como um diferencial para o consumidor.

Exemplos práticos (estudos de caso reais publicados pela ABAC)

A ABAC (Associação Brasileira de Administradoras de Consórcios) já divulgou casos reais que comprovam a economia e o potencial de planejamento do consórcio.

  • Famílias que adquiriram imóveis sem juros e conseguiram ampliar patrimônio.
  • Empreendedores que usaram consórcio para comprar veículos de frota ou máquinas, fortalecendo seus negócios.
  • Investidores que diversificaram sua estratégia, utilizando o consórcio como proteção contra juros e inflação.

Tabela comparativa:

CritérioConsórcioFinanciamento
JurosNão há (apenas taxa de administração)De 8% a 12% ao ano (juros compostos)
FlexibilidadeCarta pode ser usada em diferentes finalidadesDestinação fixa para o bem contratado
Prazo médio5 a 15 anos20 a 35 anos
Custo total do bem+15% a 25%+80% a 120%
Acessibilidade inicialNão exige entradaExige entrada de 20% a 30%

Estratégias Avançadas para Maximizar Resultados no Consórcio

Além do funcionamento básico, é possível adotar estratégias inteligentes para antecipar a contemplação e otimizar o uso da carta de crédito. Essas práticas são muito utilizadas por investidores e famílias que desejam acelerar seus objetivos.

Uso estratégico do FGTS (regras da Caixa Econômica Federal e Ministério do Trabalho)

  • O FGTS pode ser usado em consórcios imobiliários de diferentes formas:
    • Lance livre: aumentar as chances de contemplação.
    • Lance embutido: usar parte do crédito como lance e abater no saldo devedor.
    • Amortização ou quitação: reduzir ou quitar parcelas já contratadas.
  • A Caixa Econômica Federal, junto ao BACEN, regulamenta esse uso, garantindo segurança jurídica ao trabalhador.

Lances livres e embutidos (práticas comuns em administradoras como Itaú, Porto Seguro, Sicredi)

  • Lance livre: o consorciado oferece um valor em dinheiro, aumentando a chance de contemplação.
  • Lance embutido: parte da própria carta de crédito é usada como lance, sem necessidade de aporte imediato.
  • Administradoras como Itaú Consórcios, Porto Seguro e Sicredi divulgam regularmente estratégias para que clientes consigam contemplação de forma antecipada.

Exemplo prático:
Um consorciado com carta de R$ 200.000 oferece um lance de 20% (R$ 40.000) e é contemplado no 12º mês, enquanto a média do grupo era contemplação por sorteio após 60 meses. Assim, ele economiza tempo e consegue investir antes da valorização do mercado imobiliário.

Diversificação patrimonial (investidores e empreendedores – estudos da ABAC)

  • Muitos investidores utilizam consórcio para diversificação patrimonial, combinando-o com outros ativos financeiros.
  • Segundo estudos da ABAC, empreendedores usam consórcios para:
    • Comprar imóveis comerciais.
    • Renovar frota de veículos.
    • Financiar equipamentos de produção.
  • Essa estratégia reduz riscos, protege contra inflação e evita os altos juros de financiamentos.

Tabela comparativa de estratégias:

EstratégiaBenefício principalPerfil indicado
Uso do FGTSAcelerar contemplação e reduzir saldo devedorTrabalhadores com saldo acumulado
Lance livreAumentar chances de contemplação rápidaQuem possui reserva financeira
Lance embutidoContemplação sem aporte imediatoQuem não tem liquidez no momento
Diversificação patrimonialBlindagem contra inflação e jurosInvestidores e empreendedores

Perfis que mais se beneficiam do Consórcio

Embora o consórcio seja uma solução acessível para qualquer pessoa, alguns perfis conseguem extrair mais vantagens dessa modalidade. A seguir, veja como investidores, empreendedores e famílias podem utilizar o consórcio de maneira estratégica.

Investidores e Pessoas de Renda Mais Alta (planejamento patrimonial e segurança)

  • O consórcio é usado como instrumento de diversificação de portfólio.
  • Pessoas com alto patrimônio buscam blindagem contra juros e valorização patrimonial.
  • Exemplo: um investidor com cotas simultâneas pode adquirir imóveis comerciais em diferentes regiões, aumentando sua renda passiva com aluguéis.
  • Dados da ABAC mostram que esse perfil representa mais de 25% das cotas imobiliárias contratadas no Brasil.

Empreendedores e Profissionais Liberais (expansão e blindagem financeira)

  • O sistema de aquisição planejada atende muito bem autônomos que lidam com variações no fluxo de caixa.
  • Permite adquirir veículos, imóveis comerciais ou equipamentos sem comprometer capital de giro.
  • Exemplo: um médico pode usar consórcio para adquirir um consultório próprio, evitando juros altos de financiamentos.
  • Instituições como Sicredi e Porto Seguro Consórcios destacam esse uso como ferramenta de expansão empresarial segura.

Famílias e Casais (casa própria e estabilidade financeira)

  • Para famílias, o consórcio é uma alternativa para realizar o sonho da casa própria sem pagar juros abusivos.
  • Além da casa, também pode ser usado para aquisição de veículos familiares ou até serviços como reformas.
  • Dados do Banco Central mostram que 40% dos planos de aquisição imobiliária visam a conquista da casa própria.
  • Exemplo: um casal jovem pode iniciar um consórcio de 180 meses, garantindo parcelas acessíveis que cabem no orçamento e construindo estabilidade financeira a longo prazo.

Conclusão: Vale a Pena Investir em Consórcio?

Depois de analisar como funciona, suas vantagens, riscos e perfis ideais, fica claro que o consórcio é uma alternativa sólida e segura para quem deseja conquistar patrimônio sem pagar juros abusivos.

  • Para investidores, representa diversificação e proteção contra a volatilidade de outros ativos.
  • Para empreendedores, é um caminho inteligente de expansão sem comprometer o fluxo de caixa.
  • Para famílias, significa a oportunidade real de conquistar a casa própria ou realizar grandes sonhos de forma planejada.

Com regulamentação rígida pelo Banco Central e apoio de entidades como a ABAC, o consórcio se consolida como uma modalidade confiável e em constante crescimento no Brasil.

Perguntas Frequentes sobre Consórcio

Preciso ter nome limpo para participar de um consórcio?

Sim. De acordo com o Banco Central e as principais administradoras, é necessário ter o nome limpo para ser aprovado na análise de crédito. Essa etapa garante a segurança do grupo e evita inadimplência.

Qual é a taxa de administração média em consórcios?

Segundo relatórios da ABAC e do Banco Central, a taxa de administração varia entre 10% e 20% do valor da carta de crédito, diluída ao longo do prazo. Essa é a principal remuneração da administradora e substitui os juros cobrados em financiamentos.

Posso usar FGTS em consórcios imobiliários?

De acordo com normas da Caixa e do Banco Central, o trabalhador pode aplicar o saldo do FGTS em lances, quitação de prestações ou reforço do valor da carta de crédito destinada a imóveis residenciais.

Quais são as principais administradoras no Brasil?

No país, esse mercado é fiscalizado e autorizado pelo Banco Central (BACEN), o que garante segurança aos participantes. Entre as principais administradoras de cartas de crédito destacam-se:

  • Caixa – referência nacional, com forte atuação em imóveis e veículos.
  • Bradesco – reconhecida pela solidez e variedade de grupos.
  • Itaú – ampla rede e tradição no setor imobiliário e automotivo.
  • Santander – foco em imóveis, veículos e serviços, com planos flexíveis.
  • Sicredi – cooperativa financeira que oferece condições acessíveis em diferentes segmentos.
  • Porto Seguro – especializada em veículos, imóveis e serviços.
  • Rodobens – uma das mais tradicionais do país, com forte atuação em automóveis e imóveis.

📌 Dica estratégica: antes de escolher, consulte o ranking da Associação Brasileira de Administradoras (ABAC) e verifique a regularidade da empresa junto ao Banco Central. Assim, você garante mais segurança e transparência na contratação.

Esse modelo de compra programada é seguro mesmo em crises econômicas?

Sim. O sistema de consórcios é supervisionado pelo Banco Central e possui regras de fundo de reserva para garantir estabilidade ao grupo. Além disso, a ABAC reforça que o consórcio é resiliente, pois não depende de recursos próprios dos bancos, mas da contribuição dos participantes.

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